Ubuntu : o guia completo do sistema operacional open source e gratuito

Laetitia

dezembro 30, 2025

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No meio de uma revolução digital que não para de acelerar, o Ubuntu se firma em 2026 como um elemento indispensável dos sistemas operacionais open source. Este sistema gratuito atrai tanto novatos quanto especialistas graças à sua simplicidade de uso, robustez e comunidade engajada. Mais que um simples software, o Ubuntu encarna uma filosofia de compartilhamento e humanidade, oriunda de uma expressão sul-africana que significa « eu sou o que sou graças ao que somos todos ». Este valor fundamental se reflete no seu desenvolvimento colaborativo e na sua ampla adoção pelo mundo, alcançando milhões de usuários variados, desde pessoas físicas a empresas em busca de soluções confiáveis e seguras.

A importância crescente do Ubuntu no cenário das tecnologias da informação é ilustrada pela sua implantação em diversos dispositivos, desde computadores pessoais habituais até servidores cloud de alta performance, sem esquecer a Internet das coisas e a robótica. Em 2026, o Ubuntu tornou-se um pilar nas estratégias digitais, especialmente graças à sua integração avançada em infraestruturas cloud como OpenStack e Kubernetes, usadas por gigantes como Amazon Web Services e Google Cloud. Essa universalidade de uso testemunha suas muitas qualidades, entre as quais sua gratuidade, seu código totalmente aberto, sua ampla gama de softwares livres e seu alto grau de personalização.

Para os curiosos, profissionais ou aqueles que simplesmente desejam se afastar dos sistemas proprietários tradicionais, este guia detalhado oferece todas as chaves para compreender, instalar, configurar e dominar o Ubuntu em suas múltiplas facetas. Ele também aborda sua segurança reforçada, suas versões adaptadas a diferentes perfis de usuários e seus derivados populares. Analisada em profundidade, a distribuição destaca seus pontos fortes e limitações, oferecendo um panorama completo que ilumina sua posição única no ecossistema informático mundial.

Compreendendo o Ubuntu: origem, filosofia e arquiteturas suportadas

O Ubuntu é muito mais que um simples sistema operacional. É a expressão de uma abordagem humana e colaborativa do software informático. Seu nome, originário de uma língua bantú da África Austral, reflete a noção de comunidade e interdependência: « eu sou o que sou por causa do que todos somos ». Nascido em 2004 sob o impulso da Canonical Ltd e seu fundador Mark Shuttleworth, o Ubuntu retoma as bases sólidas do Debian GNU/Linux para construir uma plataforma acessível, performante e amigável.

O sistema apoia-se no kernel Linux, a peça central do seu funcionamento. Linux sendo por essência um kernel open source, o Ubuntu aproveita essa liberdade para integrar diversos softwares livres, permitindo a cada usuário adaptar seu ambiente de trabalho segundo suas necessidades. Essa flexibilidade também se expressa através do suporte a diversas arquiteturas de hardware. Seja IA-32, x86-64, ARM64, ARMhf, ppc64le ou s390x, o Ubuntu adapta-se a uma infinidade de configurações, facilitando sua implantação em PCs clássicos, mas também em servidores, plataformas cloud, ou até robôs e dispositivos IoT.

Uma diversidade linguística notável acompanha esse universo técnico. O Ubuntu está disponível em mais de 55 idiomas, oferecendo assim uma acessibilidade mundial que incentiva o intercâmbio e a cooperação internacional. A comunidade ativa em torno do Ubuntu desempenha um papel fundamental nessa expansão. Cada usuário pode contribuir para a melhoria do sistema, sugerir funcionalidades, corrigir bugs ou traduzir itens.

Na sua versão principal, o Ubuntu oferece uma interface de desktop baseada no GNOME (GNU Network Object Model Environment), proporcionando uma experiência visual e ergonômica próxima à de sistemas proprietários como o Windows, ao mesmo tempo que mantém um núcleo profundamente livre. Por essa combinação, o Ubuntu atrai tanto usuários buscando simplicidade quanto aqueles que apreciam a abertura dos softwares livres. Complementarmente, várias variantes especializadas atendem a necessidades específicas:

  • Ubuntu Desktop: a edição clássica voltada para o ambiente de trabalho.
  • Ubuntu Server: dedicada a servidores, sem interface gráfica por padrão.
  • Ubuntu Core: concebida para a Internet das coisas e sistemas embarcados.
  • Distribuições derivadas: Kubuntu, Xubuntu ou Ubuntu Studio adaptados a diferentes preferências de ambiente gráfico e setores de atividade.

Essa modularidade assegura uma cobertura funcional ampla sem sacrificar a coerência e a qualidade geral.

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As maiores forças do Ubuntu: gratuidade, open source e comunidade ativa

Um dos primeiros atrativos do Ubuntu reside em sua natureza gratuita e open source. Diferente dos sistemas operacionais proprietários como Windows ou macOS, o Ubuntu pode ser baixado, usado e modificado sem custo algum. Esse modelo não só economiza um orçamento considerável para pessoas físicas e empresas, como também estimula a inovação e a transparência.

Essa abertura permite que uma comunidade mundial dinâmica participe no desenvolvimento contínuo do sistema. Milhares de desenvolvedores voluntários e profissionais colaboram para melhorar constantemente o Ubuntu, seja publicando atualizações de segurança, desenvolvendo novas funcionalidades ou corrigindo bugs. Essa dinâmica garante que o sistema permaneça sempre atualizado e seguro, conforme os padrões mais recentes.

Em termos de segurança, o Ubuntu beneficia-se de uma arquitetura Linux robusta, conhecida por sua resistência a vírus e outros malwares, particularmente presentes no Windows. A gestão rigorosa de permissões impede a execução de códigos não autorizados, limitando riscos de intrusão ou comprometimento. Em 2025, a Canonical reforçou esse aspecto integrando ferramentas avançadas de criptografia, proteções para dados pessoais e suporte estendido para suas versões LTS (Long Term Support), com até 10 ou 12 anos de manutenção com o Ubuntu Pro, uma oferta premium destinada às empresas.

Essa estratégia de segurança faz do Ubuntu uma plataforma ideal tanto para usuários individuais preocupados com sua privacidade quanto para infraestruturas críticas em empresas e cloud. Além disso, a possibilidade de suporte profissional estendido dá tranquilidade às grandes organizações diante de exigências regulatórias e ameaças crescentes no ciberespaço.

Também é importante destacar a simplicidade de instalação e uso do Ubuntu, especialmente apreciada pelos iniciantes. A interface intuitiva, a riqueza de softwares livres pré-instalados e a possibilidade de adotar uma configuração dual boot com Windows facilitam a transição para os neófitos. A Canonical fez progressos importantes para tornar o ambiente do usuário moderno e acessível, transformando o Ubuntu em uma alternativa viável para todos os perfis.

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Ubuntu no ecossistema do cloud computing: um trunfo estratégico para empresas

Com o crescimento contínuo do cloud computing, o Ubuntu tornou-se um ator imprescindível nas infraestruturas virtuais. A distribuição é especialmente apreciada por sua integração nativa com tecnologias-chave como OpenStack e Kubernetes, que dominam o mercado de cloud público e privado. Em 2025 e 2026, ela equipa grande parte dos servidores que hospedam serviços oferecidos pelos principais provedores mundiais como AWS, Microsoft Azure e Google Cloud Platform.

Essa posição se explica por várias razões. Por um lado, o Ubuntu oferece um ambiente estável, leve e seguro, indispensável para suportar cargas de trabalho pesadas e garantir a disponibilidade dos serviços. Por outro lado, sua natureza open source elimina custos relacionados a licenças de software ao mesmo tempo em que beneficia de alta flexibilidade de adaptação.

Para acompanhar essa ascensão, a Canonical ampliou sua oferta Ubuntu Pro Cloud. Agora propõe uma manutenção de segurança estendida até 12 anos, incluindo o Livepatch que permite atualizações do kernel Linux sem necessidade de reinício, um critério essencial para ambientes de produção sensíveis e exigentes. Essa inovação elimina interrupções de serviço e aumenta a produtividade.

Além disso, a gestão centralizada via ferramentas como Landscape, em constante evolução, facilita o controle remoto de milhares de máquinas Ubuntu, permitindo às equipes de TI administrar eficientemente seus parques de servidores. Essa gestão automatizada otimiza a segurança, conformidade e atualização dos sistemas, reforçando a confiança das empresas na adoção do Ubuntu.

Além das grandes empresas, o Ubuntu também é apreciado por startups e PMEs que desejam contar com uma infraestrutura controlada, escalável e econômica. Essa democratização do cloud baseada em soluções livres contribui para reduzir as barreiras à entrada no digital, favorecendo inovação e competitividade.

Instalação do Ubuntu 2026: guias, recomendações e dicas para todos os perfis

Instalar o Ubuntu em um computador em 2026 nunca foi tão simples. A versão recomendada, Ubuntu 24.04 LTS (Noble Numbat), oferece um equilíbrio perfeito entre estabilidade e funcionalidades recentes, com suporte a longo prazo facilitando seu uso em ambientes profissionais e acadêmicos. Para usuários ávidos por novidades, o Ubuntu 25.10 (Questing Quokka) traz os avanços mais recentes no ambiente GNOME 49.

O processo de instalação começa com o download da imagem ISO no site oficial do Ubuntu. Em seguida, a criação de uma chave USB bootável, com ferramentas como Rufus (Windows) ou BalenaEtcher (Linux/macOS), prepara o dispositivo para iniciar a instalação. Uma vez inserida a chave no computador alvo, basta acessar o BIOS ou UEFI para modificar a ordem de boot e iniciar o Ubuntu.

O assistente de instalação guia passo a passo: seleção de idioma, disposição do teclado, escolha do tipo de instalação (instalação completa, dual boot ou substituição do sistema atual). Essa flexibilidade permite aos usuários testar o Ubuntu sem comprometer seus dados no Windows ou macOS, graças a um boot compartilhado.

Uma vez instalado, o Ubuntu oferece uma gama completa de softwares livres essenciais, como Firefox, VLC, LibreOffice, GIMP ou ainda ferramentas para desenvolvedores como GitKraken ou PHPStorm. A loja de aplicativos disponibiliza um catálogo amplo enriquecido regularmente pela comunidade.

Para otimizar a experiência, recomenda-se manter o sistema atualizado via atualizações automáticas, e apoiar-se nos recursos comunitários disponíveis em fóruns e wikis. Para empresas, o Ubuntu Pro oferece garantias adicionais com suporte dedicado e correções estendidas.

Etapa de instalação Descrição Ferramentas recomendadas
Download ISO Obter a imagem oficial do Ubuntu no site da Canonical Site oficial ubuntu.com
Criação de chave USB bootável Preparar um suporte de instalação a partir do ISO Rufus, BalenaEtcher
Configuração BIOS/UEFI Modificar a ordem de boot para iniciar a partir da chave USB Acesso ao BIOS / UEFI do computador
Instalação guiada Escolha do idioma, teclado, tipo de instalação Assistente de instalação do Ubuntu
Atualização pós-instalação Manter o sistema atualizado para segurança e performance Gerenciador de atualização do Ubuntu
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Limitações e desafios atuais do Ubuntu em 2026

Apesar de seus muitos pontos fortes, o Ubuntu não está isento de críticas e restrições. Uma das limitações notáveis diz respeito à seleção de aplicativos disponíveis por padrão, que permanece restrita perante a enorme oferta do Windows ou macOS. Embora a maioria dos softwares essenciais esteja presente em versão open source, alguns softwares proprietários continuam indisponíveis ou apresentam funcionalidades limitadas. Esse fenômeno às vezes freia a adoção em setores profissionais exigentes.

O campo dos jogos eletrônicos ilustra bem essa problemática. O Ubuntu oferece somente uma seleção limitada de títulos, frequentemente desenvolvidos por comunidades independentes. Jogadores exigentes geralmente permanecem fiéis ao Windows, que dispõe de um catálogo muito mais rico e melhor compatibilidade de hardware para placas gráficas de alta performance.

Além disso, problemas de compatibilidade de hardware podem ocorrer, especialmente com certos drivers periféricos ou placas de som que nem sempre contam com suporte nativo ou completo no Ubuntu. Essas incompatibilidades às vezes exigem manobras ou o uso de soluções alternativas, o que pode afastar usuários sem experiência.

Em termos estratégicos, alguns observadores criticam um afastamento progressivo da Canonical em relação à comunidade open source. Escolhas comerciais, como a inserção de anúncios em algumas versões antigas ou uma gestão às vezes centralizada do desenvolvimento, alimentam esse debate. Felizmente, a vasta comunidade em torno do Ubuntu contrapõe essas tensões com suas contribuições independentes e o desenvolvimento de derivados mais abertos.

Finalmente, em comparação com outras distribuições Linux — principalmente Debian — o Ubuntu é às vezes percebido como menos leve ou um pouco rígido em termos de personalização avançada. Usuários experientes às vezes preferem explorar outras opções para obter uma experiência mais ajustada às suas necessidades específicas.

As melhores distribuições derivadas do Ubuntu para conhecer em 2026

O Ubuntu serve de base para muitas variantes, cada uma trazendo suas especificidades para atender a diferentes necessidades. Aqui está uma lista das mais populares e suas principais características que atraem diversos perfis:

  • Linux Mint: reconhecido pela sua convivialidade e grande simplicidade de uso, oferece uma área de trabalho leve e gestão fácil das atualizações, ideal para iniciantes.
  • LXDE OS: perfeito para dar nova vida a um PC antigo graças a uma interface muito leve e eficiente, com o mínimo de efeitos visuais.
  • Zorin OS: projetado para imitar a aparência do Windows, esse sistema tranquiliza usuários em transição enquanto garante bom nível de segurança e privacidade.
  • Elementary OS: estético e minimalista, é feito para quem busca uma experiência elegante e sem complicações.
  • Pop!_OS: desenvolvido pela System76, mira usuários avançados e profissionais com foco em segurança, desempenho e gestão de multitarefa.

Essas distribuições aproveitam a robustez do Ubuntu ao mesmo tempo em que trazem melhorias específicas para seu público. Isso permite que cada um encontre a solução mais adequada, seja iniciante, gamer, desenvolvedor ou usuário profissional.

Distribuição derivada Característica principal Público-alvo
Linux Mint Interface amigável e leve Iniciantes e usuários clássicos
LXDE OS Área de trabalho ultra-leve Máquinas com poucos recursos
Zorin OS Visual semelhante ao Windows Usuários em transição a partir do Windows
Elementary OS Design limpo e elegante Amantes da simplicidade e estética
Pop!_OS Desempenho e segurança avançados Usuários avançados e profissionais

Ubuntu versus Windows: comparação detalhada em 2026

Num momento em que o domínio do Windows ainda é forte nos computadores pessoais, o Ubuntu continua construindo pacientemente sua posição graças a seus atributos únicos. O Windows é um sistema operacional fechado que requer licença paga, com suporte centralizado pela Microsoft. Essa abordagem facilita sua adoção pelo grande público graças a uma interface intuitiva, assistentes integrados como a Cortana, e ampla compatibilidade com softwares e jogos populares.

O Ubuntu, por sua vez, aposta na liberdade, segurança e personalização. É gratuito, open source, e oferece uma arquitetura menos suscetível a vírus clássicos. Contudo, a curva de aprendizado é mais íngreme para iniciantes, em especial devido à maior presença de comandos em linha e ecossistema de aplicativos às vezes menos rico. Por outro lado, para usuários profissionais, desenvolvedores e entusiastas, o Ubuntu oferece uma plataforma versátil e robusta.

A comunidade desempenha papel fundamental nessa dualidade. O Windows depende fortemente do suporte comercial e proprietário, enquanto o Ubuntu apoia-se numa dinâmica colaborativa global que impulsiona com regularidade melhorias e inovações. Os dois mundos coexistem conforme as necessidades, cada um com suas vantagens e desvantagens para diferentes perfis de usuários.

Aspecto Ubuntu Windows
Licença Open source, gratuito Software proprietário, pago
Sistema de arquivos Ext4 (padrão), Btrfs NTFS
Segurança Mais robusta, gestão rigorosa de permissões Mais vulnerável a malwares
Interface GNOME, personalizável Interface gráfica padronizada
Compatibilidade de software Menos ampla, baseada em softwares livres Muito ampla, incluindo jogos e aplicações empresariais
Usuários-alvo Desenvolvedores, profissionais de TI, entusiastas avançados Grande público, gamers, empresas tradicionais

O Ubuntu não substitui o Windows para todos os usos, mas representa uma alternativa poderosa e evolutiva, sobretudo quando o domínio técnico e a segurança são prioridades.

Ubuntu Touch e inovações em 2026: mobilidade, segurança e compatibilidade

Finalmente, o Ubuntu não se limita a computadores fixos ou portáteis. O Ubuntu Touch, sua versão móvel, continua evoluindo num mercado competitivo onde a segurança é fundamental. Em 2025, a atualização OTA-7 corrigiu vulnerabilidades importantes, reforçando a privacidade dos usuários, com destaque para a proteção do microfone contra acessos não autorizados e melhor gestão dos dispositivos Bluetooth.

Essa atualização abrange uma ampla gama de smartphones compatíveis, do Fairphone 3 a modelos populares como Google Pixel 3a e OnePlus 6. A Canonical garante uma coordenação estreita com os mantenedores do sistema, mesmo para aparelhos ainda baseados no Ubuntu 16.04, assegurando assim continuidade e confiabilidade tranquilizadoras.

2016 também viu o lançamento do Ubuntu Pro para WSL (Windows Subsystem for Linux), um avanço significativo que permite às empresas usar o Ubuntu com suporte profissional no ambiente Windows. Essa oferta combina a robustez do Linux com a praticidade do Windows, facilitando a adoção progressiva e segura em ambientes híbridos.

Graças a essas inovações, o Ubuntu afirma sua ambição de oferecer uma experiência coerente e segura em todos os dispositivos empregados, seja em mobilidade ou em estação fixa. Essa multiplicidade de usos é um elemento chave da sua estratégia para permanecer uma distribuição relevante e performante no ecossistema atual.

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